quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Beto Jamaica



Roberto Pereira dos Santos, mais conhecido como Beto Jamaica (Salvador, 22 de Janeiro de 1965) é um cantor brasileiro. Antigo vocalista do grupo de pagode "É o Tchan!", Beto Jamaica, é conhecido pelas suas características especiais e habilidades vocais ímpares com as quais interpretava as letras das músicas do grupo "É o tchan!" em meados da década de 90. O talentoso artista segue em carreira solo desde 2001, e lançou no início deste ano o single "Raladinha no Buzu", sucesso absoluto no carnaval baiano, obra que põe em evidência toda a maturidade do seu repertório musical além de sua genialidade incontestável.
Versos como "O califa tá de olho no decote dela/Tá de olho no biquinho do peitinho dela" ou "Bota a mão no joelho/E da uma baixadinha/Vai mexendo gostoso/Balançando a bundinha" que caíram na boca do povo e conquistaram o coração da massa brasileira e do mundo (e isso não é brincadeira!) provam que música pode ser pop e ter qualidade e conteúdo ao mesmo tempo, e que ser apenas mais um rostinho bonito não basta para alcançar o sucesso. Fica aqui a nossa singela homenagem a esse grande mártir da cultura popular brasileira, o crème de la crème do que há de mais sublime em toda a história da música baiana e do mundo.


* Pudim é (desin)formado em jornalismo marginal pela ETEC Martinho Lutero Rei, e atualmente participa de movimentos ativistas pró efeito estufa

Prostituta de 65 anos é presa por suspeita de matar lutadores anões no México


Anões que faziam apresentações de luta livre morreram em junho. Conhecida como 'A Tia', prostituta negou responsabilidade pelas mortes.

Uma mulher de 65 anos foi detida no México sob suspeita do homicídio de dois lutadores anões encontrados mortos no final de junho. A polícia suspeita que ela, uma prostituta conhecida como "A Tia", e uma outra conhecida como "A Gorda" tenham drogado os lutadores para roubá-los, causando a morte deles por erro na dose.

A prostituta reconheceu que se encontrou com os lutadores irmãos Alberto e Alejandro Jiménez Pérez, conhecidos como La Parkita e Spectrito Jr., que faziam apresentações de luta livre no país. Ela disse que foi até o quarto deles no hotel em que foram encontrados mortos, mas disse que deixou o local 15 ou 20 minutos depois por não ter chegado a um acordo com eles.

"Eu não sou culpada, e falo com a certeza de que tenho a consciência tranquila", disse a mulher ao ser apresentada, segundo o jornal "El Universal" do México.

Segundo a polícia, os lutadores morreram de parada cardiorrespiratória causada por uma substância chamada ciclopentolato, encontrada em remédios oftalmológicos, em cominação com álcool.

Fonte: G1
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Uma prostituta de 65 anos ser suspeita de matar lutadores anões não é o mais incrível da reportagem, mas sim a foto, agora quem disse que nunca viu um enterro de anão tem uma foto ai pra provar que eles morrem.